
Top 5 Motivos para NÃO ter um Portátil R36S!
Ranker Quest
Publicado em 28 de maio de 2026
Um portátil baratinho que roda vários emuladores e entrega aquela magia absurda de jogar PS1 no bolso
Tem portátil retrô que parece milagre da tecnologia. E tem o R36S. Só que junto da nostalgia vem também uns pequenos traumas técnicos dignos de Windows XP em lan house.
O R36S virou febre justamente porque entrega muita coisa pelo preço. Ele já chega praticamente pronto pra jogar, cheio de ROMs e emuladores configurados, o que é ótimo pra quem só quer ligar e ouvir aquele barulhinho clássico do boot do Super Nintendo às 2 da manhã enquanto ignora responsabilidades da vida adulta.
Outro ponto que faz muita gente olhar pra ele com carinho é o custo-benefício. Comparado a outros portáteis retrô, ele é absurdamente acessível. E sinceramente? Pra quem quer revisitar PS1, Mega Drive, GBA e arcade sem vender um rim, ele realmente entrega bastante.
A portabilidade também ajuda demais. O bichinho é pequeno, leve e a bateria aguenta bem. Dá pra jogar no sofá, no ônibus, na fila do banco ou naquele momento clássico de “vou só testar um jogo rapidinho” e perder duas horas da existência em Pokémon FireRed.
E talvez o maior trunfo dele seja a comunidade. O R36S praticamente virou um Tamagotchi de adulto geek: sempre tem alguém criando tutorial, custom firmware, configuração nova, otimização, pack de jogos ou gambiarra diferenciada. Dá pra trocar sistema, ajustar emulador, personalizar interface e até usar o aparelho pra coisas meio aleatórias tipo música e sequenciadores retrô. Sim, tem gente transformando o console em instrumento musical portátil. O ser humano realmente não sabe brincar.

O primeiro problema é que o R36S parece ter sido distribuído por um multiverso paralelo de fábricas aleatórias. Existem vários clones diferentes circulando, e comprar um pode ser uma experiência equivalente a abrir loot box. Você pode pegar uma unidade boa… ou um pequeno artefato amaldiçoado da eletrônica chinesa.
Outro ponto quase obrigatório: trocar o cartão de memória original. A comunidade inteira recomenda isso porque os cartões que vêm nele têm fama de durar menos que promessa de político em ano eleitoral. Então além do console, já entra no orçamento um microSD decente e um pouco de paciência pra fazer backup e reinstalar sistema.
No desempenho ele também tem seus limites. Até PS1 ele vai muito bem, mas quando começa a inventar moda com PSP, Saturn, Dreamcast ou alguns jogos de Nintendo 64… aí o guerreiro sofre. Tem jogo que roda tranquilo e tem jogo que parece apresentação de PowerPoint em câmera lenta.
A ergonomia também não é exatamente perfeita. O portátil é compacto, mas isso cobra um preço no conforto. Depois de um tempo jogando, principalmente jogos que usam bastante os gatilhos, a mão começa a reclamar igual idoso levantando da cadeira.

E claro: ele é basicamente uma máquina de emulação. Se você quer jogos modernos, ecossistema oficial, multiplayer online parrudo e coisas mais atuais, talvez faça mais sentido investir em algo tipo um Switch Lite ou um portátil mais potente.
No fim das contas, o R36S é aquele clássico produto “caótico, mas divertido”. Não é perfeito, não é premium, às vezes parece que foi montado por um goblin da tecnologia numa oficina clandestina… mas entrega uma experiência absurdamente divertida pra quem ama retro gaming.
Se você curte mexer nas coisas, personalizar sistema, testar emuladores e reviver clássicos antigos gastando pouco, ele faz bastante sentido. Agora, se você quer algo mais plug and play, confortável e sem dor de cabeça… talvez seja melhor investir um pouco mais e evitar o bingo dos clones.

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